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Seca atinge mais de 350 cidades em oito estados do Nordeste
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A seca continua a castigar o Nordeste. Segundo reportagem da Agência Brasil, mais de 350 municípios de oito estados enfrentam problemas com a estiagem.
Na Paraíba, 68 municípios já decretaram situação de emergência. Na Bahia, a seca chega a 90 municípios e no Piauí, 63. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Paulistana (PI), Ildo José Rodrigues, informa que a situação é preocupante. Lá, pelo menos 4 mil famílias foram atingidas.
Os municípios decretam situação de emergência e aguardam a homologação do decreto pela Defesa Civil nacional, para que passam a ser atendidos pelo governo federal.
No Ceará, a assessora técnica da Defesa Civil do estado, Ioneide Araújo, informa que 28 municípios estão em situação de emergência, mas esse número deve aumentar. “Por conta da irregularidade temporal e espacial das chuvas, já temos demandas em diversas regiões do estado, totalizando 71 municípios. Desses já temos 28 em situação de emergência, com 18 já sendo atendidos pelo Exercito.”
Em Pernambuco, 390 mil pessoas sofrem com a seca, que atinge 47 municípios. Em Alagoas são 28 e, em Sergipe, oito cidades estão em situação de emergência. No Rio Grande do Norte, a falta de água chegou a 27 municípios.
Fonte:Globo.com
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Venda no varejo ainda não mostra efeito da crise, diz IBGE
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Os dados do comércio varejista de setembro mostram que "não há ainda nenhum efeito da crise" sobre os resultados do setor, segundo observou nesta terça-feira (18) o técnico da coordenação de serviços e comércio do IBGE, Reinaldo Pereira, em entrevista sobre os resultados.
As vendas no comércio varejista brasileiro cresceram 1,2% em volume em setembro na comparação com agosto e 9,4% na comparação anual. De janeiro a setembro, a alta acumulada é de 10,4%.
Segundo ele, o varejo prosseguiu na trajetória de forte expansão impulsionado pelo aumento da renda e da massa salarial e pela disponibilidade de crédito. De acordo com ele, só não houve um crescimento ainda maior nas vendas em setembro por causa do desempenho "tímido" nas vendas de hiper e supermercados, segmento com maior peso (cerca de 30%) na pesquisa.
Pereira avalia também que a alta dos juros ocorrida entre abril e setembro também não mostra, ainda, efeitos sobre o desempenho do comércio varejista. Segundo ele, é difícil avaliar qual será o impacto da crise sobre o setor nos próximos meses, porque as medidas de estímulo ao consumo que estão sendo tomadas pelo governo poderão evitar um impacto maior sobre as vendas. "Os estímulos ao mercado interno têm um efeito direto na nossa pesquisa", explicou.
Pereira disse ainda que a proximidade do Natal e o pagamento do 13º salário poderão evitar um impacto maior da crise sobre o comércio varejista até o final deste ano, mas disse que é preciso esperar os resultados de outubro para avaliar com maior precisão a tendência de desempenho do setor.
A atividade que registrou maior crescimento nas vendas do comércio varejista em setembro ante agosto foi equipamentos e materiais de informática (6,9%), que foi também o principal destaque na comparação com setembro do ano passado (50,6%). Todas as dez atividades do varejo pesquisadas pelo IBGE mostraram resultados positivos em todas as bases de comparação em setembro.
A principal influência de alta para o crescimento de 9,4% nas vendas ante setembro de 2007 foi dada por móveis e eletrodomésticos cujas vendas aumentara 21,3% e contribuíram com 3,3 pontos percentuais ou 35% do crescimento total do varejo no período. A atividade de hiper, supermercados, produtos alimentícios e bebidas, que tem o maior peso na pesquisa, registrou aumento nas vendas de 0,6% em setembro ante agosto e de 1,4% ante setembro de 2007.
Resultados
Segundo o IBGE, as vendas no comércio varejista brasileiro cresceram 1,2% em volume em setembro na comparação com agosto. De acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio, a receita nominal de vendas cresceu 1,3% no mesmo período. Na relação com o mês anterior, foi o sétimo crescimento seguido, informou o IBGE.
Em relação ao mesmo mês de 2007, o desempenho é mais forte: alta de 9,4% no volume de vendas. No ano, a alta acumulada do volume de vendas é de 10,4% sobre o período de janeiro a setembro de 2007 e de 10,3% no acumulado dos últimos 12 meses.
Segundo o IBGE, todas as dez atividades pesquisadas pelo Instituto apresentaram expansão no volume de vendas em relação a agosto. As maiores acelerações foram observadas em equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (6,9%); veículos e motos, partes e peças (5,5%) e móveis e eletrodomésticos (3,1%).
Fonte:Globo.com
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Fabricantes de chip prevêem queda em 2009
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As vendas globais de semicondutores devem cair 2,2% em 2009 devido à fraca demanda por eletrônicos em todo o mundo, informou nesta terça-feira (18) o World Semiconductor Trade Statistics (WSTS), revisando previsão feita em maio de crescimento de 5,8%.
Gigantes da produção de chips, como Intel e Samsung, estão se fortalecendo contra vendas mais fracas de computadores na temporada de festas de fim de ano e até para os meses seguintes, ao passo em que a crise econômica atinge a confiança do consumidor.
O mercado de chips encolherá para US$ 256 bilhões no próximo ano, ante os US$ 261,9 bilhões em 2008, informou o WSTS. O grupo reúne 66 fabricantes de chips, responsáveis por cerca de 80% do mercado global.
Companhias de semicondutores por todo o mundo estão cortando produção e investimentos. A Taiwan Semiconductor Manufacturing, maior empresa terceirizada para fabricação de chips do mundo, anunciou nesta terça-feira que congelou contratações depois de ter registrado a maior queda em vendas mensais.
As vendas de microchips devem cair 9,8% nas Américas no próximo ano, seguidas por um declínio de 3,8% no Japão e queda de 3,6% na Europa, informou o WSTS.
As vendas na região Ásia-Pacífico irão desacelerar para crescimento de 1,1% em 2009, ante expectativa de crescimento de 7,6% este ano.
Acúmulo de estoque
O grupo industrial também cortou previsão para 2008 e 2010. Os fabricantes de chips agora esperam que as vendas aumentem a uma taxa anual de 2,5% em 2008, ante previsão anterior de 4,7%, à medida que vendas são paralisadas antes da temporada de fim de ano e estoques se acumulam, abaixando os preços.
O grupo industrial também revisou a previsão de crescimento para 2010 de 8,8% para 6,5%, para US$ 273 bilhões.
Quando os fabricantes de chips usam menos linhas industriais e equipamentos, isso significa más notícias para os fornecedores de equipamentos de fabricação de microchips, tais como Applied Materials e Tokyo Electron.
Fonte:Globo.com
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